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CNEC prepara reformulações para o Ensino Médio

Mudanças fazem parte da nova lei aprovada pelo Governo

764 alunos que concluíram o ensino médio em 34 escolas da rede CNEC fizeram a última edição do Exame Nacional do Ensino Médio. Durante o período letivo do ano de 2020, mesmo com a pandemia, nossos alunos tiveram várias oportunidades de se prepararem para o exame, que é a porta de entrada para as principais universidades do país.

Além das aulas, eles contaram com o reforço do Esquenta Enem. O evento ocorreu em duas etapas, em novembro e em janeiro, e foi disponibilizado por meio da nossa plataforma de streaming CNEC Play para alunos cenecistas e não cenecistas. Nossos alunos também tiveram acesso às mais de 500 aulas do SuperAprova, nosso curso preparatório com videoaulas de 14 disciplinas. 

A divulgação do resultado do Enem para os candidatos que concluíram o ensino médio está prevista para o dia 29 de março, mas temos confiança de que, mais uma vez, os nossos alunos darão um show à parte.

Atualmente, a média nacional dos alunos cenecistas tem sido maior do que a média nacional em todas as áreas do conhecimento cobradas no Exame Nacional do Ensino Médio. Em Redação, por exemplo, a média das escolas e colégios cenecistas está 116 pontos acima da média geral no país. 

Na última edição do exame, 16 escolas e colégios que fazem parte da rede CNEC ficaram entre os três primeiros colocados no Enem no ranking de suas respectivas cidades. Dentre esses 16, dez ficaram em primeiro lugar, três em segundo e três em terceiro.

Nossos resultados são muito satisfatórios, no entanto o objetivo é melhorar ainda mais.  Por isso, o Departamento de Inteligência Educacional da CNEC já está trabalhando na etapa final da reestruturação do ensino médio.

O Novo Ensino Médio é uma reforma na grade curricular aprovada durante o governo do ex-presidente Michel Temer pela lei nº 13.415/2017. A lei alterou as Diretrizes e Bases da Educação Nacional e estabeleceu mudanças na estrutura do ensino dos três últimos anos da Educação Básica. A nova legislação deve ser adaptada pelas instituições de ensino até 2022.

A reestruturação gira em torno de três principais propostas: a adoção de uma base comum curricular, o aumento da carga horária dos estudantes e os itinerários formativos.

Com o Novo Ensino Médio, a carga horária mínima do estudante passa de 800 para 1.000 horas anuais. Assim, a carga horária será ampliada de 2.400 horas para 3.000 horas. Desse total, 1.800 horas devem ser aplicadas para as aprendizagens comuns e obrigatórias estabelecidas pela BNCC, e as outras 1.200 horas serão destinadas ao itinerário formativo.

A proposta do itinerário formativo, por sua vez, é de que os estudantes escolham de forma consciente e responsável um caminho de aprendizagem que vá ao encontro de seus interesses e aptidões.

Os itinerários são decididos pelas próprias escolas, mas são, em princípio, formados por um conjunto de disciplinas, projetos oficiais e outras formas de aprendizado que ofereçam a possibilidade de um estudo aprofundado em uma ou mais áreas do conhecimento, podendo até mesmo ser uma formação técnica e profissional.

Na CNEC, os pilares da proposta do Novo Ensino Médio permeiam o protagonismo juvenil, o ensino híbrido, as metodologias ativas, a formação docente, os projetos de vida, a tecnologia e a inovação e a aderência ao mercado.

As informações completas e detalhadas sobre a reformulação serão divulgadas em breve.

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